Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2014 |
Autor(a) principal: |
Correia, Dayse Mary da Silva |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://app.uff.br/riuff/handle/1/12330
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Resumo: |
As doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) trazem grande impacto aos índices de mortalidade no mundo e no Brasil, sendo a insuficiência cardíaca (IC) uma doença grave e evolutiva. Na atenção primária, sua identificação e sua categorização em estágios trazem subsídios para o planejamento de ações em saúde. Para o enfermeiro importa as respostas, clínicas ou não, que o indivíduo tem diante da doença. O objetivo principal deste estudo é abordar a insuficiência cardíaca, como condição crônica, utilizando como estratégia a identificação de diagnósticos de enfermagem, segundo a taxonomia NANDA-I. Métodos: O estudo é composto por duas partes: um estudo qualitativo, de consulta a especialistas para a seleção dos diagnósticos de enfermagem prioritários; e um estudo epidemiológico, transversal, que integra o Estudo Digitalis. Foi realizada a consulta de enfermagem com 633 indivíduos, cadastrados no Programa Médico de Família (PMF), no município de Niterói, no período de julho de 2011 a dezembro de 2012. Para análise de prevalência dos diagnósticos de enfermagem, foi proposta uma escala de classificação contendo as prevalências esperadas e não esperadas. Resultados: Dos 176 diagnósticos de enfermagem possíveis de identificação na população deste estudo, segundo a taxonomia, foram selecionados 25 como prioritários. Os diagnósticos foram associados a variáveis sociodemográficas (sexo, idade, cor da pele, escolaridade), hábitos de vida (fumo e tabagismo), fatores de risco (hipertensão arterial, diabetes mellitus, obesidade, doença coronariana); e estágios de IC. Após análise, observou-se que dos 25 diagnósticos somente quatro apresentaram prevalências e associações esperadas com a insuficiência cardíaca e fatores de risco: Estilo de vida sedentário; Ansiedade; Insônia; Disfunção sexual. Conclusão: O modelo de classificação de diagnósticos de enfermagem na abordagem das doenças crônicas poderá apoiar o planejamento das ações do enfermeiro em sua prática, na atenção primária |