Perfil da temperatura do solo nos biomas florestais da Amazônia e Mata Atlântica com aplicação da transformada em ondeletas.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2014
Autor(a) principal: CARNEIRO, Rayonil Gomes.
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Campina Grande
Brasil
Centro de Tecnologia e Recursos Naturais - CTRN
PÓS-GRADUAÇÃO EM METEOROLOGIA
UFCG
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/9173
Resumo: A temperatura do solo (TS) é importante em estudos de respiração do solo em ambientes florestais. Este estudo teve como objetivo avaliar e comparar os perfis sazonal e espacial da temperatura do solo em dois biomas de floresta tropicais, floresta amazônica e mata atlântica, utilizando a transformada em ondeletas. Para a área da Floresta Amazônica foram utilizados os dados do ano de 2009 nas profundidades 2,5,10,20 e 50 cm medidos com os sensores MCM 101 (IMAG-DLO, Wageningen The Netherlands) na torre K34 ( 2ºÐ 36' 32" S, 60º 12' 33" W) na Reserva Biológica do Cuieiras localizada no município de Manaus-AM, pertencente ao grupo de micrometereologia do LBA-INPA. Na Mata Atlântica utilizou-se dados do anos de 2010 nas profundidades 1,5,10,20 e 50 cm medidos através de temopares tipo cobre/contatam em uma torre microteorológica (10º 17' 36"S, 36º 17' 24"W) na Reserva Particular do Patrimônio Natural localizada no município de Coruripe, AL. os resultados mostraram que a TS na floresta amazônica apresenta pouca variação no tempo, com amplitude térmica elevada, ao longo do ano, com amplitude térmica acima de 10ºC. O cálculo da transformada em ondeletas (TO) apresentou que a variabilidade da TS nas regiões florestais é definida por multi-escalas temporais. Na Floresta Amazônica a TO apresentou periodicidade nas escalas de 24 horas e de 8 a 16 dias com alto grau de persistência, homogeneidade e energia elevada. Enquanto a Mata Atlântica exibiu oscilações com essas mesmas característica nas escalas de 24 horas e de 4 a 16 dias.