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Poluição ambiental: diagnóstico dos impactos socioambientais por material particulado da Bentonit União Nordeste S/A.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2011
Autor(a) principal: BARROS, Jeová Lima.
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Campina Grande
Brasil
Centro de Tecnologia e Recursos Naturais - CTRN
PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS EM REDE PROFLETRAS (UFRN)
UFCG
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/16944
Resumo: A presente pesquisa buscou diagnosticar os possíveis impactos socioambientais da mineração provocada por material particulado emitidos pela Bentonit União Nordeste S/A, Campina Grande- PB em Março/2006. Foi feito um diagnóstico quali-quantitativo-analítico-observacionallaboratorial de possíveis impactos na qual estavam submetidos à atmosfera local, a flora e os trabalhadores - indivíduos - de uma outra indústria no entorno da empresa . A pesquisa contou com a utilização de um croqui e a criação de planta cartográfica além da aplicação de um questionário composto de perguntas objetivas ligadas ao quadro de saúde dos trabalhadores; confecção de um coletor de dados - mecanismos de mensuração - responsável pela coleta do material particulado; uso de fotografias da flora local e a criação de figuras contendo a distribuição de dados-porcentagens-referentes ao indicativo do quadro de saúde e os efeitos dos poluentes. Baseado nos resultados das avaliações contatou - se que, em apenas 1 mês foram lançados 155 kg/ha de material particulado na atmosfera e como conseqüência dessa poluição a flora sofria uma perda relativa de clorofila como também algum tipo de deformação em suas folhagens, enquanto das 150 pessoas questionadas - trabalhadores - 100% dos entrevistados afirmaram que a indústria emitia material particulado, quanto à freqüência dos poluentes 60% alegaram ser freqüente a emissão - todos os dias - de partículas, 30% responderam que a emissão ocorria muitos dias na semana e apenas 10% responderam que a emissão ocorria em poucos dias. Já as possíveis informações - do quadro de saúde - 100% dos entrevistados afirmaram se sentir prejudicado com os efeitos do material particulado. Por fim, os mesmo entrevistados foram questionados quanto aos prováveis problemas de saúde, 80% afirmaram sentir irritações oculares, 60% reclamaram de irritações no aparelho respiratório, 40% disseram sofrer com leves dores de cabeça e 10% apresentaram problemas de mal estar (desmaios e calafrios). Conclui-se que, como conseqüência socioambiental causada, à indústria contribuía em um primeiro instante para acentuar a poluição atmosférica afetando posteriormente a vegetação local, assim também, provocando provavelmente riscos à saúde humana dos trabalhadores de uma indústria no entorno da empresa.