A legitimação dos fatores filogenéticos da feminilidade em Freud: uma investigação epistemológica

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2011
Autor(a) principal: Moreira, Nayanny Sampaio
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: http://www.teses.ufc.br
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/2487
Resumo: Fazemos aqui uma investigação sobre o modo com que Freud legitimou epistemologicamente os fatores filogenéticos de sua teoria da feminilidade. Situamos com Kurt Lewin, a perspectiva epistemológica de nossa pesquisa. Com Colette Chiland trabalhamos a noção de “femeidade”, como termo que representa os fatores biológicos da feminilidade, ou seja, o que a de biológico no corpo da mulher e que todas tem que elaborar. O tema deste Projeto foi sugerido por nosso orientador o Prof. Ricardo L. L. Barrocas e faz parte de uma série de pesquisas que este vem realizando no Círculo de Pesquisas sobre Lógica e Epistemologia das Psicologias (CPLEP). Dentre as razões da escuta clínica que temos realizado, consideramos o tema pesquisado de grande valia: ele esclarece questões que nem sempre são levadas a sério sobre a feminilidade. Quando falamos sobre a sexualidade feminina compreendemos tanto a heterossexualidade quanto as variações desta função, isto é, a homossexualidade feminina por exemplo. Na primeira parte, discorremos sobre a feminilidade em Freud. Seguimos com uma apresentação da perspectiva epistemológica de nossa pesquisa inspirada no artigo O conflito entre os modos aristotélico e galiléico de pensamento na psicologia contemporânea de Kurt Lewin (1975). Na segunda parte, expomos a teoria da feminilidade em Freud. Na terceira parte, fazemos um pequeno levantamento sobre a teoria da feminilidade mediante outros psicanalistas, críticos de Freud ou não. Por fim na quarta parte analisamos os dados da pesquisa empreendida, estabelecemos algumas idéias a guisa de conclusão e mostramos as perspectivas que daí inferimos para outros trabalhos.