Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2023 |
Autor(a) principal: |
Sacramento, Yasmin Gomes do
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Orientador(a): |
Matos, Edilene Dias |
Banca de defesa: |
Matos, Edilene Dias,
Cidreira, Renata Pitombo,
Barreto, Cristiane Santos |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE HUMANIDADES, ARTES E CIÊNCIAS PROGRAMA MULTIDISCIPLINAR DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CULTURA E SOCIEDADE
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade (Poscultura)
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Departamento: |
Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Professor Milton Santos - IHAC
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41222
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Resumo: |
A cultura indígena mapuche marcará fortemente a vida da chilena Violeta Parra, o contato com a trajetória dessa artista me atravessa para além dos processos criativos, refletindo-se na minha identidade enquanto mulher, artista e latino-americana. Através de um mergulho no espetáculo Violeta e as águas sagradas de Wallmapu, por mim concebido, encontro Violeta Parra. Nessa investigação - Mujer Segura Deja Huellas Por Donde Camina - Um relato poético com Violeta Parra, trago retalhos de um trabalho em torno dessa extraordinária mulher que deixou pegadas por onde passou. Assim, ao encontro dos passos de Violeta, deixo as minhas próprias pegadas, unindo nossas histórias, aproximando a América Latina, ainda tão distante de nossas identidades enquanto mulheres brasileiras. A estrutura da dissertação segue o roteiro da minha pesquisa de campo buscando o entendimento da seguinte provocação: De que maneira a influência indígena mapuche interfere na trajetória de Violeta Parra, com relação a sua identidade e seus processos criativos? E de que modo esse encontro de Violeta com a cultura mapuche atravessa o meu caminho enquanto mulher, artista e latino-americana? Nesse fio, se dá o cruzamento de linhas que unem o oceano Atlântico ao Pacifico, o povo Mapuche ao povo Krenak, teóricas feministas latinas e artistas baianas, mexicanas e chilenas. |