Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2021 |
Autor(a) principal: |
Gonçalves, Isabela de Jesus
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Orientador(a): |
Amaral, Juliana Bezerra do |
Banca de defesa: |
Silva, Valdenir Almeida da,
Amaral, Juliana Bezerra do,
Silva, Rosana Maria de Oliveira,
Pedreira, Larissa Chaves |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal da Bahia
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGENF)
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Departamento: |
Escola de Enfermagem
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufba.br/handle/ri/36332
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Resumo: |
Analisar os condicionantes facilitadores e inibidores no processo de transição do cuidado hospital-domicílio da pessoa idosa a luz da teoria de Afaf Meleis. Método: Trata-se de uma pesquisa qualitativa, descritiva, realizada com cuidadores familiares de pessoas idosas que participaram do Projeto de Pesquisa e Extensão intitulado Cuidados de Transição da Escola de Enfermagem da Universidade Federal da Bahia em Salvador, Bahia, Brasil. Os critérios de inclusão foram ser cuidador familiar e atender ao contato telefônico após retorno ao domicílio. Os critérios de exclusão foram: cuidador familiar em que o idoso foi a óbito, contatos errados ou inexistentes, não atender a tentativas de contato telefônico, não souberam responder. A coleta de dados ocorreu entre os meses de janeiro a maio de 2021, por meio do contato telefônico via dispositivo de telefonia móvel onde foi realizada entrevista semiestruturada guiadas por questões abertas que foram audiogravadas e transcrita na integra para posterior análise. Foram entrevistados nove cuidadores familiares de pessoas idosas que já haviam recebido alta hospitalar. A análise dos dados se deu por meio da análise de conteúdo, considerando os pressupostos da Teoria das Transições de Afaf Meleis. Resultados: Os condicionantes facilitadores para a transição hospital-domicílio da pessoa idosa foram o significado positivo para o retorno ao domicílio após hospitalização, a espiritualidade/religiosidade para enfrentamento da condição saúde/doença estabelecida, a estabilidade financeira, o preparo para gerenciamento do cuidar no domicílio e rede de apoio social e comunitária disponível. Os condicionantes inibidores para a transição hospital-domicílio foram o significado negativo para o retorno ao domicílio, o déficit da pessoa idosa para o autocuidado, a insegurança financeira, a falta de preparo para o cuidar no domicílio e a ausência da rede de apoio social e comunitária. Conclusão: Os dados do estudo possibilitam concluir que o processo de transição hospital-domicílio da pessoa idosa é complexo e subjetivo. Por isso, a enfermeira deve direcionar sua atenção aos condicionantes com interesse em promover intervenções que potencialize os facilitadores e atenue os inibidores, contribuindo assim para alcance da transição saudável para pessoa idosa. |