Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2024 |
Autor(a) principal: |
Almeida, Gisa Maria Gomes de Barros
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Orientador(a): |
Velame, Fábio Macedo
,
Cunha Júnior, Henrique Antunes |
Banca de defesa: |
Velame, Fabio Macedo
,
Cunha Junior, Henrique Antunes
,
Oliveira, Joana Darc de
,
Oliveira, Rosy de |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal da Bahia,
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (PPGAU)
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Departamento: |
Faculdade de Arquitetura
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41190
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Resumo: |
Esta pesquisa objetiva: estudar o bairro negro do Trapiche respondendo a algumas perguntas norteadoras que guiaram este trabalho sobre o bairro negro do Trapiche: ser ou não um quilombo; ser ou não um bairro pesqueiro; quais as categorias de trabalho existentes no bairro Negro do Trapiche; estudar e refletir sobre uma cidade referencial da cultura negra observando a produção da cidade a partir do negro, quais os processos de construção da cidade tendo o negro como protagonista. Como metodologia de pesquisa utilizada para escrever esta dissertação combinei elementos de pesquisa qualitativa, imersão no campo e análise bibliográfica, adaptada às circunstâncias impostas pela pandemia de COVID-19. As principais características da metodologia foram: (1) pesquisa bibliográfica inicial, (2) imersão e observação de campo, (3) pesquisa participativa, (4) reflexões sobre a recepção local. Como Resultados este estudo sublinha a urgência de políticas públicas que enfrentem as desigualdades estruturais e promovam um desenvolvimento inclusivo nessas áreas marginalizadas. A história e as condições atuais do Trapiche ilustram os desafios persistentes enfrentados pelas comunidades negras e pobres no Brasil, exigindo ações concretas para garantir direitos básicos e oportunidades iguais para todos os cidadãos. Conclusão. apesar de toda a argumentação sobre o bairro negro do Trapiche, apesar de algumas similaridades, o bairro do Trapiche não é um quilombo, mas possui uma forte identidade como um bairro negro, assim como o conceito de "quilombo urbano" mencionado por Maria Estela Ramos no início deste estudo. No entanto, durante a escrita desta dissertação mencionei a existência de uma comunidade quilombola nas proximidades, chamada Cambuta, situada na região de Santo Amaro, o que reforça a conexão da área com a luta e a cultura quilombola. Embora o Trapiche não seja explicitamente identificado como um quilombo, ele compartilha algumas características, como a resistência cultural e a predominância de uma população negra, funções que podem ser comparadas às de um quilombo urbano, segundo os estudos citados. |