Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2019 |
Autor(a) principal: |
Silva, Waléria Borges da
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Orientador(a): |
Gondim, Luís Fernando Pita |
Banca de defesa: |
Perinotto, Wendell Marcelo de Souza,
Coelho, Clarisse Simões,
Pinho, Flaviane Alves de,
Gondim, Luís Fernando Pita |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal da Bahia
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal nos Trópicos (PPGCAT)
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Departamento: |
Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufba.br/handle/ri/40417
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Resumo: |
Sarcocystis neurona é um protozoário coccídio, considerado o principal causador da mieloencefalite protozoária equina. Gambás do gênero Didelphis são os hospedeiros definitivos deste protozoário. O Brasil possui, pelo menos, quatro Didelphis spp., favorecendo uma maior recombinação genética entre as espécies de Sarcocystis. Objetivou-se com este estudo comparar antigenicamente um isolado nacional de Sarcocystis falcatula-like (Sarco-BA1) com potencial para uso em testes sorológicos com uma cepa norte-americana de S. neurona (SN138). Foram testadas 409 amostras (217 provenientes da Bahia e 192 do Rio Grande do Sul) de soro equino pela reação de imunofluorescência indireta (RIFI), utilizando-se merozoítos produzidos em cultivo celular dos dois parasitos. Os resultados obtidos na RIFI indicam uma frequência de animais expostos a S. neurona de 17,1%, a S. falcatula like de 10,5%, e aos dois parasitos simultaneamente, de 6,1%. Soros de 13 animais (6 positivos para S. neurona, 4 positivos para S. falcatula-like e 3 negativos na RIFI) foram testados por meio de Imunoblot empregando-se antígeno reduzido de SN138 e Sarco-BA1. Em três amostras foi possível identificar proteína de peso molecular de 16 kDa, compatível com antígeno imunodominante do parasito. Os resultados, com reação positiva entre ambas as cepas testadas, permitem duas possíveis conclusões, de que os animais foram expostos aos dois parasitos testados, ou que os animais foram expostos a um dos parasitos, mas reagem de forma cruzada na RIFI. A caracterização da mesma proteína imunodominante para ambas as cepas testadas no Imunoblot possibilitou constatar que existem semelhanças antigênicas no reconhecimento da proteína específica de 16 kDa pelo imunoblot. |