Intertextualidade no Ensino de Filosofia em Nível Médio
Ano de defesa: | 2020 |
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Autor(a) principal: | |
Outros Autores: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Amazonas
Instituto de Filosofia, Ciências Humanas e Sociais Brasil UFAM Programa de Pós-graduação em Filosofia |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/8025 |
Resumo: | A filosofia, a ciência e arte são conhecimentos que se completam, porque são igualmente criadores e trabalham com o pensamento. A questão é saber como trabalhar com a filosofia no Ensino Médio, qual a sua tarefa nessa modalidade de Ensino. A proposta presente buscou identificar no existencialismo, a partir da obra O Existencialismo é um Humanismo, de Jean-Paul Sartre, uma possibilidade de fazer com que os alunos desse segmento escolar descubram suas individualidades e subjetividades, como condições necessárias para a autonomia. Considerando que o Ensino Médio não trabalha com especialistas, necessário se faz encontrar uma maneira eficaz de trabalhar a filosofia com os alunos deste nível de ensino, nos parecendo apropriado, neste caso, trabalhar de forma intertextual, buscando na literatura, particularmente na poesia e, de forma muito particular, na poesia popular, em especial a de Paulo César Batista de Faria, um elemento facilitador desse esforço, porquanto essa poesia popular seja impregnada do cotidiano retratando, por isso, os problemas da vida e dos indivíduos, possibilitando, mais facilmente a identificação dos alunos com esses problemas, inclusive em suas próprias vidas. Palavras chaves: filosofia, existencialismo, individualidade, subjetividade, educação, poesia, intertextualidade, cotidiano. |