Educação de alunos com altas habilidades/superdotação: problematizando as questões de estilos e práticas parentais

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Nascimento, Flávia Cristina Milon do
Outros Autores: http://lattes.cnpq.br/0773429434978386, https://orcid.org/0000-0001-5921-2188
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do Amazonas
Faculdade de Educação
Brasil
UFAM
Programa de Pós-graduação em Educação
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/9835
Resumo: O presente estudo objetivou conhecer a opinião de alunos com Altas Habilidades/Superdotação sobre estilos e práticas parentais. Os participantes da pesquisa foram alunos identificados com Altas Habilidades/Superdotação que faziam atendimento no NAAHS Amazonas. O público, composto de 12 alunos que se encontravam no ensino fundamental I, ensino fundamental II e ensino médio, com idades entre 7 a 17 anos. Quanto à metodologia, foi um estudo de caracterização com abordagem quantitativa envolvendo estilos e práticas parentais de alunos com AH/SD e de natureza transversal. Os alunos responderam ao Inventário de Estilos Parentais - IEP, que tem como objetivo caracterizar estilos e práticas parentais. Foram aplicados dois inventários: um voltado para as práticas parentais paternas e outro voltado para as práticas parentais maternas. Após a aplicação do inventário foi realizada a interpretação das respostas através das medidas de conversão indicadas pelo manual. Observamos a presença maior de práticas positivas (pró-sociais) sendo exercidas pelas figuras maternas e as figuras maternas tiveram melhores resultados (ótimo e bom) como caracterização dos seus estilos de parentalidade. Em contrapartida, os resultados das figuras paternas revelaram que os filhos os descreveram como pessoas que exerciam mais práticas negativas (antissociais) com estilos parentais são predominantemente tidos como regular e de risco. Percebemos que as figuras paternas e maternas utilizavam com mais veracidade práticas de castigos corporais e que as figuras paternas eram ausentes.