Prevalência de transtorno mental comum associado ao estilo de vida em estudantes universitários
Ano de defesa: | 2023 |
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Autor(a) principal: | |
Outros Autores: | , |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Amazonas
Faculdade de Enfermagem Brasil UFAM Programa de Pós-graduação em Enfermagem |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/10222 |
Resumo: | Introdução: O contexto universitário, indubitavelmente, emerge como um ambiente fértil para exercer uma influência adversa sobre o Estilo de Vida e saúde mental dos estudantes. Elementos que englobam uma carga excessiva de obrigações acadêmicas, a distância cotidiana percorrida entre a residência e a universidade, a dedicação integral em alguns cursos de graduação, as pressões emanadas tanto do âmbito familiar quanto do educacional, dificuldades financeiras e tempo curto para o lazer, todos esses fatores constituem aspectos que podem influenciar negativamente no Estilo de Vida e saúde mental, que assim podem culminar um piora da qualidade de vida e presença de Transtorno Mental Comum. Objetivo: Analisar o estilo de vida e fatores associados ao desenvolvimento de Transtorno Mental Comum entre estudantes universitários. Método: Trata-se de estudo transversal com abordagem quantitativa, onde se buscou por uma metodologia associativa, examinar a existência de uma relação ou associação entre perfil sociodemográfico, estilo de vida e presença de Transtorno Mental Comum. Resultados: Dos 427 participantes 72,60% (n=310) pontuaram positivo para presença de Transtorno Mental Comum, prevaleceu no sexo feminino 74,8% (n=232), no grupo com a presença transtorno, julgaram quanto a condição de saúde “a melhorar” 43,5% (n=135) e “regular” 38,7% (n=120). Quanto à presença de alguma doença entre os que pontuaram positivo para o transtorno mental comum 77,4% (n=240) apresentavam outras comorbidades enquanto que 22,6% (n=70) não apresentavam. Quando se compara a presença de Transtorno Mental Comum com a pontuação do questionário (global e domínios) Estilo de Vida Fantático, pode-se observar que aqueles alunos cuja pontuação mais se aproxima de um estilo de vida ruim (61 pontos), também pontuam para presença de transtorno mental. Conclusão: A presença de transtorno mental comum foi significativa na amostra apresentando associação com as características sociodemográficas e estilo de vida. Salienta-se que há necessidade de um maior conhecimento acerca do perfil dos estudantes universitários e busca de outros fatores que podem estar influenciando na presença do Transtorno Mental Comum neste público. |