“O que te traz ao curso preparatório?”: Tecendo entendimentos sobre a trajetória de alunos que aspiram à carreira militar
Ano de defesa: | 2022 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Educação e Humanidades::Faculdade de Formação de Professores Brasil UERJ Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/19309 |
Resumo: | A presente pesquisa está situada na área da Linguística Aplicada (MOITA LOPES, 2006) e é conduzida pelos princípios norteadores da Prática Exploratória (ALLWRIGHT, 2003). Esta dissertação é o resultado de um processo reflexivo desenvolvido com um grupo de alunos de uma comunidade de prática (WENGER, 1999), mais precisamente de Prática Exploratória (SILVA, 2021; MORAES BEZERRA; SILVEIRA, em submissão) de um curso preparatório militar que fica situado na região metropolitana do Rio de Janeiro. Devido à pandemia do novo Corona vírus, todas as interações com os praticantes da pesquisa aconteceram em ambiente virtual, mediadas pelo Google Meet e o WhatsApp. O objetivo deste trabalho é buscar entendimentos acerca da trajetória percorrida pelos meus alunos em sua construção enquanto estudantes que aspiraram à carreira militar. Nessa investigação também há espaço para reflexões sobre o ensino de Inglês para Fins Específicos (HUTCHINSON e WATERS, 1987; CELANI, 1994; RAMOS, 2005), não apenas por ser a abordagem que encaminha a minha prática nesse contexto, mas também porque me interessa entender, com a ajuda dos meus alunos, como eles percebem a aprendizagem de inglês nesse projeto de serem aprovados nos concursos da Escola de Especialistas da Aeronáutica e da Escola de Sargento das Armas. Acrescento ainda considerações sobre afeto (ARNOLD e BROWN, 1999; ARNOLD, 2011, ARAGÃO, 2011), como ele se apresenta na língua (OCHS e SCHIEFFELIN, 1989; BESNIER, 1990) e, por isso, busco entender o lugar do afeto nesse processo de ensinar-aprender, além de voltar o meu olhar para os afetos que meus alunos trazem consigo em aula e no curso. |