Alcances e limites da clínica psicanalítica em um hospital geral junto a crianças e adolescentes com diagnóstico de câncer
Ano de defesa: | 2015 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Educação e Humanidades::Instituto de Psicologia BR UERJ Programa de Pós-Graduação em Psicanálise |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/14705 |
Resumo: | Este estudo surge de uma provocação ocasionada, continuamente, pela práxis analítica sustentada em um hospital público, mais especificamente, em um Núcleo de Trabalho em Onco-Hematologia, serviço de referência para o tratamento de câncer em crianças e em adolescentes, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O câncer, a partir do momento em que é diagnosticado, advém como um corte que produz uma ruptura nos sentidos dados até então à vida e ao futuro, os quais, por um tempo, ficam em estado de suspensão, convocando, cada qual, à edificação de um singular posicionamento. Nesse processo, em função da imediata associação do câncer com a morte, cuja opacidade engendra um enigma que horroriza e em face da qual faltam as palavras, um afeto se faz pregnante: a angústia. Com o objetivo de elaborar as questões suscitadas, essa pesquisa faz do conceito da angústia o seu fio teórico principal, o qual articulado ao conceito de transferência, permite destacar os fundamentos que subsidiam a clínica psicanalítica exercida, nesse contexto, com esses jovens pacientes, seus familiares e com a equipe, e a reflexão sobre sua incidência, seus alcances e seus limites |