Decodificando geografias pretéritas e hodiernas de Ilha de Guaratiba
Ano de defesa: | 2010 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Tecnologia e Ciências::Instituto de Geografia BR UERJ Programa de Pós-Graduação em Geografia |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/13282 |
Resumo: | Ilha de Guaratiba, porção periférica da zona oeste do Rio de Janeiro, caracterizada como um dos últimos remanescentes rurais da cidade, passa atualmente por um processo de mudança de função, uma vez que sua pretérita estrutura rural-agrícola, devido a uma crescente especulação imobiliária após as décadas de 1970 e 1980, vem sendo substituída pela hodierna estrutura urbano-residencial (FERNANDES, 2006). O evento em questão tem estimulado uma considerável mobilidade em direção ao local, principalmente a partir da década de 1990. Além desse relevante evento para nossa análise espacial, por meio de pesquisas qualitativas, pretendemos focalizar outro fenômeno, de porte existencial, pois está vinculado a uma metamorfose sentimental do guaratibano que, no bojo desse processo, tem sido influenciado em sua maneira de viver e/ou ver o seu mundo vivido. Uma vez que, o indivíduo não é distinto de seu lugar (RELPH, 1976) e cada pessoa possui uma geografia particular e pessoal (LOWENTHAL, 1982; COSGROVE, 2004), faz-se necessário uma abordagem fenomenológica que privilegie o indivíduo em seu lugar. Assim sendo, a dissertação tem por objetivo abordar o fenômeno gerado pelo referido processo de urbanização em Ilha de Guaratiba em suas diversas nuances, partindo do enfoque dos principais agentes desse processo: os guaratibanos. Com esse fim, pretendemos traduzir suas geografias pessoais, forjadas por meio de suas experiências vividas, vivência esta responsável pela construção de símbolos pretéritos e hodiernos e de uma forte identificação com seu lugar. |