Nos trilhos da infância: ser criança no trem
Ano de defesa: | 2020 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Educação e Humanidades::Faculdade de Educação Brasil UERJ Programa de Pós-Graduação em Educação |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/16537 |
Resumo: | Mais do que transportar pessoas, o trem conta histórias. Histórias que acontecem e ganham sentido a partir do momento em que o trem é composto por sujeitos. Muito mais do que uma grande estrutura de aço, interessa-me encarar o trem como um cronotopo, onde encontros acontecem, onde o cotidiano é construído. E que histórias contam as experiências infantis do trem? Atentar-se a presença de crianças no cotidiano do transporte ferroviário metropolitano do Rio de Janeiro, percebendo que fisionomias da infância se mostram ao pesquisador é o objetivo dessa pesquisa. De que forma a infância aparece ao pesquisador? Que experiências de infância circulam pelos trilhos? O que significa ser criança no trem? Como criar metodologias de pesquisa que deem conta do tema? Tendo a observação e o registro como estratégias metodológicas, a construção da pesquisa é dividida em dois momentos interligados: 1) O momento em que sou afetada pelo modo como determinada experiência de infância se mostra, e a partir do momento em que percebo tal situação, passo a observá-la para fins de pesquisa; 2) O momento em que os registros dessas observações, após um processo de trabalho, se revelam em crônicas, formando assim um texto acadêmico-literário. Para seguir viagem conto, principalmente, com as inspirações da filosofia de Walter Benjamin, com a literatura de Italo Calvino, com os apontamentos sobre o uso da crônica pensados por Antonio Candido e com as considerações de Rita Ribes sobre a pesquisa com crianças. |