Comparação entre o uso do óleo de oliva e ácidos graxos em lesões cutânes agudas em camundongos
Ano de defesa: | 2020 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro Biomédico::Faculdade de Ciências Médicas Brasil UERJ Programa de Pós-Graduação em Fisiopatologia Clínica e Experimental |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/20652 |
Resumo: | As lesões cutâneas podem ser um grave problema de saúde devido à morbidade associada e aos altos custos envolvidos no seu tratamento. Uma formulação comercial rica em ácidos graxos essenciais e triglicerídeos é amplamente utilizada para prevenção e tratamento de injúrias, porém, esta formulação possui alto custo, dificultando o acesso a este tratamento. Entretanto, já foi mostrado que, em algumas situações, o óleo de oliva, que possui baixo custo, pode promover o reparo cutâneo por possui propriedades antioxidantes e antiinflamatórias. Surge a hipótese de que o óleo de oliva é um produto capaz de auxiliar na reparação tecidual, à semelhança de uma formulação rica em ácidos graxos. O objetivo do estudo foi comparar os efeitos de uma formulação comercial rica em ácidos graxos ao óleo de oliva na cicatrização de lesões agudas em camundongos. Camundongos Swiss machos foram divididos aleatoriamente em 3 grupos: controle, óleo de oliva e ácidos graxos, tratados respectivamente com óleo mineral, óleo de oliva extra virgem e solução de ácidos graxos. As lesões foram realizadas nas costas dos camundongos e tratadas topicamente com os compostos. Seis dias após o ferimento, as lesões tratadas com óleo de oliva e ácidos graxos diminuíram em comparação ao grupo controle. O óleo de oliva diminuiu a quantidade de neutrófilos. A expressão de VEGF estava aumentada nos grupos óleo de oliva e ácidos graxos. Além disso, o óleo de oliva demonstrou ser um antioxidante por apresentar menor quantidade de ROS, nitrito e TBARS em comparação ao grupo controle. Com os resultados obtidos foi possível concluir que tanto a aplicação tópica de óleo de oliva quanto de um composto rico em ácidos graxos foi capaz de melhorar a cicatrização de lesões agudas em camundongos. |