Educação matemática inclusiva na escolarização do estudante com transtorno do especto autista: Caminhos dos direitos humanos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Silva, Suzana Oliveira da
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso embargado
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual da Paraíba
Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa - PRPGP
Brasil
UEPB
Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Educação Matemática - PPGECEM
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede.bc.uepb.edu.br/jspui/handle/tede/4565
Resumo: O presente estudo tem como objetivo investigar os desafios encontrados no processo de ensino-aprendizagem de matemática por professores do Atendimento Educacional Especializado - AEE de estudantes com Transtorno do Espectro Autista – TEA, matriculados em escolas públicas regulares, do município de Santa Cruz do Capibaribe, Pernambuco. Os participantes deste estudo foram professores do AEE que ensinam matemática a estudantes com o diagnóstico de TEA no referido município. Quanto à metodologia, foi realizada uma pesquisa descritiva com uma abordagem qualitativa, tendo a entrevista semiestruturada como instrumento para a coleta dos dados. Em relação ao aporte teórico, baseamos em legislações, nacionais e internacionais, e em investigadores que estudam o universo do TEA, a exemplo de Mayra Gaiato e Ana Beatriz Barbosa Silva. No que se refere aos Direitos Humanos, baseamos em documentos oficiais do governo brasileiro, da UNESCO e legislações brasileiras acerca de direitos de pessoas com deficiência, como a Constituição Federal, Estatuto da pessoa com Deficiência, Lei Berenice Piana. Na perspectiva da educação matemática inclusiva, baseamos nosso estudo em Lulu Healy, Cláudia Rosana Kranz e Solange Ali Hassan Fernandes. Os resultados indicaram que os professores de matemática não têm uma formação inicial e continuada que seja adequada ao trabalho inclusivo e que discuta as necessidades educacionais dos estudantes com TEA. Portanto, para favorecer a inclusão escolar de estudantes com TEA, é importante que as instituições educacionais invistam em uma formação para os professores que discutam uma prática pedagógica que responda às necessidades educacionais especiais dos estudantes com deficiência ou com TEA.