O ensino remoto emergencial (ERE) no serviço social: resistência e estratégias de enfrentamento para garantir a qualidade da formação profissional

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Araujo, Wagner
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual da Paraíba
Centro de Ciências Sociais e Aplicadas - CCSA
Brasil
UEPB
Programa de Pós-Graduação em Serviço Social - PPGSS
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede.bc.uepb.edu.br/jspui/handle/tede/4686
Resumo: A presente dissertação tem por objetivo analisar as formas de resistência e as estratégias políticas frente a implementação do Ensino Remoto Emergencial (ERE) a partir da análise dos documentos elaborados pelas entidades representativas do Serviço Social. Os objetivos específicos que nortearam a nossa investigação foram: identificar os impactos da instauração do Ensino Remoto Emergencial (ERE) para o Serviço Social no âmbito da formação profissional e do trabalho docente; identificar os prejuízos para o processo de ensino-aprendizagem que comprometem o projeto de formação profissional; destacar o processo de resistência e as estratégias políticas por parte das entidades representativas da categoria frente a implantação da modalidade remota de ensino . Constitui-se em um estudo documental e bibliográfico que permitiu a análise dos documentos socializados pela Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS) e o Fórum Nacional em Defesa da Formação e do Trabalho com Qualidade no Serviço Social. Deste modo, foram coletadas informações referentes ao posicionamento político e as estratégias construídas pelas entidades e que foram sistematizadas e socializadas pelos documentos analisados na pesquisa. A síntese do material coletado permitiu-nos identificar que as entidades da categoria se posicionaram criticamente frente o ERE a partir da socialização de estratégias e de reflexões contidas nos documentos, nos quais apontaram um panorama geral da situação dos cursos de graduação e pós-graduação no Serviço Social, sugeriram a necessidade da articulação por meio de debates, fóruns, lives e de um observatório, na direção de garantir a qualidade do processo de formação profissional.