Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2024 |
Autor(a) principal: |
Brondani, Karina Jullyana de Melo |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.uel.br/handle/123456789/9485
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Resumo: |
Resumo: Introdução: o processo cirúrgico pediátrico é marcado por ansiedade e medo, tanto para as crianças quanto para a sua família Ações educativas realizadas pela equipe de saúde podem auxiliar no enfrentamento do processo cirúrgico, melhorando a informação e capacitação dos pais Objetivos: identificar estratégias educativas pré-operatórias direcionadas aos pais de crianças submetidas a cirurgia ambulatorial e seus efeitos e, analisar os efeitos do uso de tecnologia nas intervenções educativas pré-operatórias comparadas a outros modelos de intervenção Métodos: para o primeiro objetivo, foi realizada uma revisão integrativa, com busca de março a maio de 221, identificando estudos primários, de intervenção, publicados de 215 a 22, em inglês, português e espanhol nas bases de dados Lilacs, Medline, Scopus e Science Direct Para o segundo objetivo foi realizada uma revisão sistemática, com busca de maio a julho de 221, adotando o referencial da Cochrane, nas bases de dados Medline, CENTRAL, BVS, Web of Science, Scopus, Science Direct, ScieloOrg, Lilacs, CINAHL e Embase, sem restrição de idioma e ano, e o risco de viés foi avaliado por meio do Rob 2 Os critérios de inclusão foram estudos de intervenção sobre uso de ação educativa para crianças submetidas a cirurgias de pequeno porte, com baixa probabilidade de perda de fluídos e sangue e sob anestesia geral Excluídos estudos cujas crianças tinham disfunção cognitiva e quando as intervenções pré-operatórias não tinham fins educativos O protocolo da Revisão Sistemática foi registrado na plataforma PROSPERO (CRD4221253482) e na metanálise utilizou-se o efeito randômico, com IC=95% por meio do RevMan 53 Resultados: no estudo 1, foram incluídos 14 artigos, com predomínio de nível de evidência 2 (64,2%), onde as estratégias identificadas foram os sites (n=2), vídeos (n=3), caracterização de palhaço (n=1), musicoterapia (n=1), tour em Centro Cirúrgico (n=1), aplicativos (n=2), realidade virtual (n=1), jogos (n=2) e brochura ou folhetos (n=3) e mensagens de texto (n=1), sendo que alguns estudos utilizaram duas estratégias associadas, permitindo agrupar os efeitos das intervenções em três categorias: nível de ansiedade, conhecimento e de satisfação No estudo 2, foram incluídos 11 artigos, que demonstraram um efeito significativo das intervenções baseadas em tecnologias na ansiedade pré-operatória da criança (p=,1) A intervenção com tecnologias não foi significativa para delírio de emergência (p=,7) Conclusão: no estudo 1, as intervenções realizadas por meio de sites, vídeos, caracterização de palhaço, musicoterapia, tour em Centro Cirúrgico, aplicativos, realidade virtual, jogos, material de brochura, folheto e mensagens de texto, mostraram-se eficazes na redução da ansiedade parental, no conhecimento e satisfação durante o processo cirúrgico No estudo 2, o uso de tecnologias para educação pré-operatória se mostrou eficaz na ansiedade pré-operatória, melhorou a complacência na indução anestésica, o comportamento pós-operatório, o conhecimento dos pais e crianças, a ansiedade e satisfação parental No entanto, não foi significativo para delírio de emergência |