A complexidade no ensino da homeopatia

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Nechar, Rosana Mara Ceribelli
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.uel.br/handle/123456789/11893
Resumo: Resumo: A Homeopatia apresenta-se com princípios epistemológicos distintos da medicina convencional, sendo uma racionalidade médica que contempla diferentes níveis de realidade, de percepção e de cura Devido a isto, tem lhe sido negado o estatuto de cientificidade Partindo do princípio que a pesquisa e a prática médica não podem mais se ater linearmente ao paradigma científico moderno, emerge a necessidade de novos modelos de conhecimento, a fim de que o humano seja considerado de forma concomitantemente global e singular Assim, a busca de cientificidade da Homeopatia exige a assunção de um novo paradigma A analogia entre a lógica complexa e a lógica homeopática evidencia a equivalência dos pensamentos de Samuel Hahnemann, criador do método homeopático, e de Edgar Morin, proponente do método da Complexidade As atuais exigências sociais diagnosticam a necessidade de mudanças na área da Saúde, e apontam alguns fatores diretamente relacionados à organização curricular nas escolas médicas Entre os problemas presentes na educação médica, encontra-se a fragmentação do ato médico, a perda de qualidade da relação médico-paciente, a introdução precoce da especialização, levando à segmentação de conteúdos A introdução da Homeopatia no currículo da graduação médica, com suas bases epistemológicas em consonância com o paradigma da complexidade, além de permitir a reconfiguração do processo saúde/enfermidade, possibilita a formação de profissionais médicos habilitados a interagirem e intervirem de forma global, considerando as dimensões biológica, social e psíquica do humano, priorizando uma abordagem integral