A "inovação conservadora" na educação : os limites da cibercultura nos documentos oficiais dos PNLD 2014 e 2017 de História

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Dias, Rui Campos
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.uel.br/handle/123456789/8978
Resumo: Resumo: O computador, a internet e outros dispositivos informacionais que se constituem nas Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDICs) são, geralmente, defendidas como importantes para a educação do século XXI e elementos constituidores da chamada cibercultura (LÉVY, 1999) O Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) aplicou em alguns de seus editais a solicitação para as editoras inserirem em suas coleções conteúdos multimídias, constituídos por objetos educacionais digitais (OED) e por um Manual do Professor Multimídia Nessa Dissertação , nosso objetivo é analisar como a exigência de inserção das TDICs se apresentam nos documentos oficiais (Editais e Guias Didáticos) dos PNLD dos anos finais de Ensino Fundamental (edições de 214 e de 217) Para isso, vamos utilizar como base teórica o diálogo entre a Didática da História (BERGMANN, 1989) e a História Pública, enquanto a metodologia será estruturada na observação das regularidades enunciativas que ocorrem nos documentos sobre a temática Verificou- se o que se denomina“inovação conservadora ” (CYSNEIROS 1999) em especial no que diz respeito ao discurso de adoção da cibercultura, em disparidade com o que efetivamente se apresenta nos Editais e Guias Didáticos, mais voltado para multimídias consideradas tradicionais