VIDA MATERIAL: ANALISANDO O PROCESSO CIVILIZADOR A PARTIR DOS OBJETOS DOMÉSTICOS PERTENCENTES ÀS ELITES DE FORTALEZA (1871-1893)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: LOPES, LUÃ RODRIGUES
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual do Ceará
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=84467
Resumo: <div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">A presente pesquisa, intitulada: “Vida material: analisando o processo civilizador a partir dos objetos domésticos pertencentes às elites de Fortaleza (1871-1893)”, tem como objetivo analisar a inserção da capital cearense no processo civilizador capitalista, a partir das arquiteturas das residências e do consumo e uso dos objetos domésticos. A opção por analisar a sociedade através dos utensílios que estavam presentes nas residências nos faz compreender como determinadas mercadorias modificaram os hábitos e costumes. A variedade de tais produtos, seja no estilo ou na composição material, nos permitem estudar Fortaleza do ponto de vista do consumo. Assim, foi analisado a origem, transporte, comércio, consumo e utilização dos objetos. Os produtos pesquisados eram importados dos Estados Unidos e da Europa (em sua maioria), esses chegavam até Fortaleza através de navios a vapor. As firmas comerciais estrangeiras eram responsáveis pelos pedidos das mercadorias, pelas entregas, divulgação e distribuição para as outras regiões do Ceará. O nosso recorte tem início em 1871, com a instalação da casa comercial Boris Frères em Fortaleza e fim em 1893, pois nesse ano a firma Boris Frères iniciou uma decadência na importação de objetos. As últimas décadas do século XIX foi um período de grandes modificações no aspecto social, econômico, urbanístico e cultural, influenciando o comportamento da sociedade fortalezense e a dinâmica da cidade com a urbanização de ruas e praças, além do aumento de lojas especializadas na venda de produtos importados, como fazendas, utensílios domésticos, mobílias, bebidas, charutos, entre outros. As fontes analisadas foram: inventários post-mortem, jornais e obras literárias, os objetos museológicos presentes na Casa de Juvenal Galeno, relatórios dos presidentes da província do Ceará, relatórios de viajantes e os códigos de posturas.</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">Palavras-chave: Cultura Material. Civilização. Capitalismo.</span></font></div>