Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2018 |
Autor(a) principal: |
Peixoto, Dilson Araújo Alves
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Orientador(a): |
Silva, Antônio Carlos da
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Banca de defesa: |
Farias, Sandra Regina Rosa,
Brandão, José Maurício Valle,
Silva, Julie Sarah Lourau Alves da |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Católica do Salvador
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Programa de Pós-Graduação: |
Políticas Sociais e Cidadania
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Departamento: |
Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://ri.ucsal.br/handle/prefix/519
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Resumo: |
Construída em consonância com a linha de investigação "Estado, Desenvolvimento e Desigualdades Sociais” do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Políticas Sociais e Cidadania da Universidade Católica do Salvador (PPGPSC/UCSAL), essa dissertação tem o propósito de contribuir com uma abordagem crítica sobre a atual conjuntura econômica e social no mundo e, em particular, o contexto histórico e político no Brasil: a educação musical como princípio éticoe emancipatório. Nunca se ouviu falar tanto em crise de valores (ético-morais) e a possível ausência de razão como sua mediadora. Portanto, o nosso ambiente (o conteúdo teórico/práxis) a ser desvelado nessa estrada (forma) será a busca por uma compreensão para/de alteridades, a partir de políticas públicas que se matizaram em Salvador na primeira década dos anos 2000. Buscar-se-á uma paisagem (conteúdo) fora do circuito formal do Estado-nação, apoiando-se inicialmente na expressiva alegoria de Federico Fellini e o seu “Ensaio de Orquestra” (1978), onde são comparados os conflitos de uma orquestra com as contradições da sociedade mercantil/industrial. Logo, o cenário é a música, a educação musical, e os embates estarão sendo travados entre personagens cegos (entre a deficiência física e a insuficiência espiritual, no sentido messiânico de Walter Benjamin) para auxiliar na apreensão da seguinte questão de teor butleriano: se a humanidade em perigo oferece a oportunidade de reconhecimento de alteridade(s), a construção de projetos sociais (em especial a formação de orquestras de/para Vida) pode nos vincular eticamente ao Outro (leia-se projeto emancipatório de uma história em aberto). Acolhendo essa base teórico-epistemológica, a abordagem metodológica está desenhada a partir do qualitativo, com coletas de narrativas dos sujeitos integrantes e vinculados a alegoria proposta: a Orquestra Sinfônica Juvenil (OSJ). |