Ceticismo e ambição : um estudo em metaepistemologia
| Ano de defesa: | 2021 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Escola de Humanidades Brasil PUCRS Programa de Pós-Graduação em Filosofia |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/9636 |
Resumo: | Este trabalho trata do ceticismo entendido como a tese de que não temos conhecimento empírico sobre o mundo exterior. É um trabalho metaepistemológico sobre o ceticismo: é sobre o conhecimento de que o ceticismo é falso, em vez de ser sobre o ceticismo ser verdadeiro ou falso. Será assumido que o ceticismo é falso e que podemos saber disso. Nossa questão principal é esta: para que possamos saber que o ceticismo é falso, é necessário que possamos saber disso com base em razões aceitáveis para o cético? A resposta "não" para essa questão teve e tem defensores influentes, como John Greco, Robert Nozick e Timothy Williamson, mas arguiremos que é incorreta. Defenderemos a resposta “sim” para nossa questão principal, o que consiste em defender uma tese chamada “ambição”: a tese de que se podemos saber que o ceticismo é falso, então podemos saber que o ceticismo é falso com base em razões aceitáveis para o cético. Concluiremos que a ambição é verdadeira e daremos uma sugestão sobre o que faz alguns autores alegarem que negam a ambição ainda que, na prática, argumentem contra o ceticismo como se assumissem que a ambição é verdadeira. |