[pt] RISCO SOBERANO, VOLATILIDADE E PADRÃO-OURO: 1870–1930

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2010
Autor(a) principal: PEDRO CARVALHO LOUREIRO DE SOUZA
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: MAXWELL
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=15045&idi=1
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=15045&idi=2
http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.15045
Resumo: [pt] O presente estudo documenta a relação entre a volatilidade do risco soberano e adesão ao padrão-ouro no período clássico, entre 1870 e 1914. A aplicação do modelo econométrico de FCGARCH (ou Flexible Coefficient GARCH) evidencia que regimes de baixa volatilidade de spreads – tal como medido pela diferença entre a taxa de juros obtida pelos empréstimos soberanos no mercado londrino e a contra-partida sem risco, os consols britânicos – estiveram associados a adesão ao padrão-ouro. De forma geral, interpretase que a baixa variância gerou as pré-condições necessárias para adesão ao regime, especialmente para países da periferia. Trabalhos anteriores limitavam-se à análise do comportamento da média dos spreads quando da adesão ao regime, sem encontrar nenhum efeito significativo.