A teoria e a prática pedagógica no cenário das turmas de alfabetização de uma escola inclusiva.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2006
Autor(a) principal: Santos, Dorotheia Barbara
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Católica de Goiás
Departamento de Educação
BR
UCG
Programa de Pós-Graduação STRICTO SENSU em Educação
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://localhost:8080/tede/handle/tede/1090
Resumo: O presente estudo teve como objetivo confrontar a prática pedagógica que vigora nas salas de alfabetização do ensino fundamental da rede estadual de ensino de Goiás com a teoria sociointeracionista adotada pela instituição escolar em sua proposta pedagógica. Durante um período de, aproximadamente, quatro meses foi realizada uma pesquisa qualitativa não participativa, em duas salas de alfabetização de uma escola considerada inclusiva. Foram identificados, em primeiro lugar, fatores que contribuem para a inexistência de uma prática sociointeracionista nas salas de aula; em segundo, as razões da presença de uma teoria diferente da proposta pelo sistema de ensino da rede estadual e, finalmente, o modo como as professoras se relacionam com os alunos com ou sem necessidades especiais. Os resultados da pesquisa revelaram que as principais razões pelas quais as professoras do ensino fundamental não conseguem levar a cabo, satisfatoriamente, a proposta elaborada pela Secretaria de Estado da Educação, mediante o Projeto Escola Inclusiva/2001 e o Projeto Político Pedagógico da escola, estão relacionadas com o despreparo profissional das professoras, a falta de recursos didáticos, a maneira como a escola organiza suas atividades diárias e, sobretudo, com a maneira como as leis educacionais são implantadas. Esses elementos apontaram para um outro que é responsável por tantas mazelas na área educativa e tem afetado diretamente o processo de ensino-aprendizagem tanto de professores quanto de alunos disponibilidade de tempo para estudar, refletir e avaliar o fazer educativo.