LEVANTAMENTO DAS PISCICULTURAS EM GOIÁS E A APLICAÇÃO DO CÓDIGO DE CONDUTA

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2009
Autor(a) principal: Costa, Vinicius Rodrigues da
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica de Goiás
Escola de Ciências Agrárias e Biológicas::Curso de Zootecnia
Brasil
PUC Goiás
Programa de Pós-Graduação STRICTO SENSU em Ecologia e Produção Sustentável
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucgoias.edu.br:8080/handle/tede/3691
Resumo: A presente dissertação tem como primícias fazer uma explanação do tema sustentabilidade voltado à cadeia de produção de peixes no Estado de Goiás. Em primeiro momento fez-se o cadastro das pisciculturas goianas que durante o ano de 2006 fizeram solicitação junto a Agência Ambiental e obtiveram êxito quanto à autorização legal para a prática da atividade. Posteriormente verificou-se se houve por parte dos empreendedores, a observação das normas que constam no Plano de Controle Ambiental (PCA) e como vem sendo implementado o Código de Conduta Sustentável e Responsável para a Piscicultura Brasileira no estado de Goiás. O estudo foi desenvolvido com vistas a uma abordagem crítica, enfocando as discrepâncias existentes entre o atual modelo de desenvolvimento das propriedades rurais com o que preconiza a legislação. A partir do levantamento em documentos junto a Agencia Ambiental, identificou-se que dentre os 63 pedidos de solicitação de licença em 2006, apenas 18 empreendedores, em municípios distintos do estado, obtiveram autorização legal para a produção de peixe. Ficou evidenciado que apesar da atividade no estado encontrar fatores positivos para o desenvolvimento da produção (como o clima por exemplo), a mesma vem se desenvolvendo de forma modesta, por motivos burocráticos ou por desinteresse de alguns produtores em adequar sua produção ao que rege a legislação legal. Conclui-se que, mesmo com o amplo acesso às informações pelos produtores e inúmeras legislações e penalidade pertinentes às práticas da atividade, o empreendedor ainda não se vê comprometido com o desenvolvimento sustentado da produção, causando transtornos muitas vezes irreparáveis tanto ao meio ambiente quanto ao meio social, seja pela falta de uma fiscalização mais intensa ou uma educação ambiental continuada.