Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2020 |
Autor(a) principal: |
OLIVEIRA, AMANDA ALVES DE |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.pgsskroton.com//handle/123456789/33518
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Resumo: |
O objetivo do presente estudo foi avaliar o impacto da saúde bucal na qualidade de vida (QV) de crianças e adolescentes com fissuras labiopalatinas (FLP). Para tal finalidade, 110 crianças e adolescentes, com FLP (N=55) e sem FLP (N=55), entre 8 e 18 anos de idade, foram entrevistados utilizando o COHIP (Child Oral Health Impact Profile) e foram examinados quanto à cárie dentária (índice de CPOD), índice de placa visível (IPV) e índice de sangramento gengival (ISG). O diagnóstico de gengivite (localizada e generalizada) também foi realizado. As características como sexo, faixa etária, tipo de fissura, classe econômica e oclusão dentária foram registradas. Os índices de IPV e ISG e a inflamação gengival foram significativamente maiores nos indivíduos com FLP, enquanto o CPOD foi maior no grupo controle. A QV geral não foi estatisticamente diferente entre os grupos caso e controle (p=0,874). No grupo caso, a QV foi impactada negativamente nas áreas do Bem-estar Funcional (p <0,001) e da Autoimagem (p <0,001) e, positivamente nas área do Bem-estar Social e Emocional (p <0,001) e do Ambiente Escolar (p <0,001). Foi observado que o tipo de FLP não interferiu na QV geral ou nas áreas investigadas, exceto para a do Bem-estar Social e Emocional que foi pior para os indivíduos com fissura de lábio e fissura de lábio e palato (p = 0,043). A QV geral não foi impactada pelo sexo, faixa etária e classe socioeconômica nos jovens com e sem FLP. As meninas tiveram a autoimagem impactada negativamente pela presença da FLP (p <0,001). Embora a qualidade de vida das crianças e adolescentes com FLP seja considerada boa, um impacto negativo foi observado na autoimagem e no bem estar funcional dos indivíduos com presença do defeito anatômico. |