Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2020 |
Autor(a) principal: |
FLAVIA DE MAGALHÃES NASCIMENTO, FABIANA |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
|
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Não Informado pela instituição
|
Palavras-chave em Português: |
|
Link de acesso: |
https://repositorio.pgsskroton.com//handle/123456789/29987
|
Resumo: |
Tem como objetivo compreender a formação e como são constituídos os saberes dos professores que lecionam na alfabetização de Pessoas Privadas de Liberdade no sistema penitenciário de Mato Grosso. Dessa forma o problema este estudo é: quais são os desafios que os professores enfrentam para alfabetizar nas unidades prisionais? E que saberes esses professores desenvolveram naquele espaço? Há formação específica para esses profissionais? Diante de tais indagações, recorremos a pesquisa qualitativa tendo como metodologia o estudo de caso, cujos instrumentos de coleta dos dados adotados foi a observação do espaço pesquisado, questionário estruturado para identificação e seleção dos sujeitos e entrevista semiestruturada, tendo suporte teórico em Yin (2001) e para a análise de conteúdo utilizamos Bardin (2016). Os autores que subsidiam as discussões da pesquisa foram: Tardif (2005); Freire (1997); Arroyo (2008), Nóvoa (1997), Perrenoud (2001), Pimenta (1997), Foucault (2012) e Beccaria (1999), entre outros. Os sujeitos foram os professores do 1º segmento da Educação de Jovens e Adultos, e o lócus da pesquisa foi a Escola Estadual Nova Chance no município de Cuiabá, a qual é responsável pela oferta da Educação Básica às pessoas privadas de liberdade. A partir das discussões, constatamos que os professores alfabetizadores das pessoas privadas de liberdade enfrentam cotidianamente diferentes desafios que estão ligados as peculiaridades do sistema penitenciário que, inclusive a formação docente é um deles. Constatamos também que não há oferta de formação inicial ou continuada para a área em que atuam e que os saberes que subsidiam todo o seu fazer docente no sistema penitenciário, advém da experiência adquirida no percurso de 10 anos tendo como suporte os conhecimentos adquiridos em teorias. |