Estudo químico e histoquímico das folhas de duroia longiflora ducke (rubiaceae)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Cruz, Fabiele Souza da
Orientador(a): Nunez, Cecilia Verônica
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPA
Programa de Pós-Graduação: Botânica
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Link de acesso: https://repositorio.inpa.gov.br/handle/1/12748
http://lattes.cnpq.br/7656797722388197
Resumo: A espécie Duroia longiflora Ducke, pertencente à família Rubiaceae, ocorre espontaneamente no Brasil e é encontrada na região Amazônica. Estudos do gênero mostraram importantes potenciais químicos e biológicos em suas espécies, contudo, não existe estudos prévios químicos e biológicos com D. longiflora. O objetivo deste trabalho foi realizar estudos fitoquímicos e biológicos com os extratos de folhas de D. longiflora, bem como estudos histoquímicos e anatômicos com as folhas da mesma. Os extratos foram avaliados quanto às atividades antioxidante, citotóxica e antimicrobiana, analisados por cromatografia em camada delgada comparativa e ressonância magnética nuclear e depois foram fracionados. As presenças de alcaloides, substâncias fenólicas, taninos, proteínas, lipídios e amido nos tecidos corados foram histolocalizados nas folhas e no estudo anatômico foram realizadas as descrições dos tecidos das folhas. Para os ensaios biológicos, observou-se que os extratos metanólicos das folhas e galhos apresentaram toxicidade alta frente à Artemia salina e ação antioxidante alta. O resultado do ensaio antibacteriano não foi conclusivo. Os extratos e as fases que apresentaram atividade positiva nos ensaios biológicos foram fracionados. Do fracionamento cromatográfico da fase diclorometânica do extrato metanólico das folhas foi possível identificar o biflavonoide 2,3-epoxi-5,7,3’,4’-tetrahidroxiflavan-(4-8)- epicatequina e o -sitosterol. Outros três alcaloides foram isolados, contudo, até o momento de fechamento da dissertação, não foi possível realizar a identificação estrutural.