Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2008 |
Autor(a) principal: |
Oliveira, Gustavo de Assis |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Instituto Brasiliense de Direito Público
|
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Não Informado pela instituição
|
Palavras-chave em Português: |
|
Link de acesso: |
https://repositorio.idp.edu.br//handle/123456789/4511
|
Resumo: |
No presente trabalho o Autor realiza um estudo desde a origem do Estado até a formação do Estado Democrático de Direito e análise de suas características, debruçando-se sobre dois pontos cruciais para a delimitação do tema, quais sejam, a função do Poder Judiciário no quadro institucional brasileiro e a importância dos direitos fundamentais no Estado de Direito, avançando sobre o estudo da teoria dos direitos fundamentais. Estabelecidas as premissas operativas, passa-se à análise do direito à saúde em sua matiz constitucional e legal para então desenvolver propostas de limitações à implementação do direito à saúde por intermédio da atuação do Poder Judiciário. Tais limitações consistiriam precisamente na ausência de densidade normativa do dispositivo constitucional, compreendido como norma programática, demandando a mediação dos demais poderes com vistas à sua delimitação e implementação, a submissão da implementação dos direitos prestacionais, âmbito no qual se insere o direito á saúde, à reserva do financeiramente possível, em sua acepção fática e jurídica, bem como à limitação do dever de fornecimento de medicamentos àqueles integrantes dos protocolos oficiais de tratamento, documentos elaborados no exercício do poder discricionário outorgado democraticamente ao executivo e ao legislativo para realização das políticas públicas. Finalmente, aborda-se a limitação imposta pelo dever de fornecimento impessoal e universal dos medicamentos, o que acaba transformando a intervenção judicial em flagrante violação ao princípio da isonomia a pretexto de realizar justiça no caso concreto ao custo da macrojustiça. |