Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2015 |
Autor(a) principal: |
Pereira, Karine Massia |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://repositorio.furg.br/handle/1/8973
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Resumo: |
As macrófitas aquáticas exercem papel vital em ecossistemas aquáticos como produtores primários, fornecendo alimento e habitat para organismos aquáticos e terrestres. O presente estudo objetivou verificar a influência de Scirpus giganteus Kunth, espécie nativa do Rio Grande do Sul, sobre a riqueza, diversidade e abundância de macrófitas aquáticas em três áreas úmidas no sul do Rio Grande do Sul – Brasil. Para isso, amostraram-se 21 parcelas tanto próximo ao canal São Gonçalo, quanto no Senandes, e 39 no Taim, totalizando 81 unidades amostradas nos períodos de verão e inverno. Foram estimados parâmetros fitossociológicos para cada espécie. Além disso, variáveis ambientais do solo e da água foram avaliadas. Foram identificadas 68 espécies, distribuídas em 51 gêneros e 29 famílias. A riqueza de espécies variou entre as áreas, mas não entre períodos de verão e inverno. Foi constatada relação negativa entre a riqueza e a cobertura de S. giganteus. A riqueza esteve correlacionada com o segundo eixo de ordenação da PCA ambiental, cujas principais variáveis influentes foram profundidade da água e manganês. A ordenação das unidades amostrais evidenciou diferença na composição de espécies entre as áreas, formando três grupos, mas não houve diferenciação entre os períodos de verão e inverno. Desta forma, concluímos que a presença da espécie dominante influenciou a riqueza de espécies de macrófitas aquáticas nas áreas úmidas amostradas no sul do Rio Grande do Sul. Devido à representatividade das áreas amostradas no Rio Grande do Sul, é importante entender como espécies dominantes nativas podem determinar a estrutura da comunidade de plantas aquáticas e assim possibilitar a conservação de áreas úmidas com diferentes características biológicas. |