Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2012 |
Autor(a) principal: |
Araújo, Mara Regina de |
Orientador(a): |
Guimarães, Alexandre Queiroz
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Banca de defesa: |
Carneiro, Ricardo
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Silveira, Suely de Fátima Ramos
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Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Fundação João Pinheiro
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Programa de Pós-Graduação: |
Curso de Mestrado em Administração Pública
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Departamento: |
Administração Pública
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País: |
BR
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
http://repositorio.fjp.mg.gov.br/handle/tede/214
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Resumo: |
Experiências internacionais positivas, a exemplo do Grameen Bank, de Bangladesh, evidenciam que o microcrédito pode ser uma poderosa ferramenta no combate à pobreza. No Brasil, desde meados da década de 90, o Governo Federal tem envidado esforços no sentido de desenvolver um marco regulatório para o setor. A criação do Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO), em 2005, representa um marco no esforço de regulação desse segmento. Há, no entanto, demonstrações de que, a despeito dos avanços, vários entraves dificultam o crescimento sustentável desse mercado, incluindo a sobrerregulação do setor, a dificuldade de acesso a funding e a fragilidade nas relações institucionais. O objetivo do presente trabalho é aprofundar no estudo desses entraves, indicando direções que possam ser disseminadas no país, e se constituir de fato em alternativa para a superação da pobreza com autonomia e desenvolvimento de capacidades. Como principais conclusões, o trabalho identificou a necessidade de revisão do marco regulatório que contemple soluções de mercado para acesso a funding pelas instituições operadoras de microfinanças, simplificação e flexibilização do modelo operacional e criação de estrutura própria de supervisão para o setor microfinanceiro. |