Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2024 |
Autor(a) principal: |
Neves, Giovanna Camargo Messner |
Orientador(a): |
Ribeiro , Leandro Molhano |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://hdl.handle.net/10438/36441
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Resumo: |
O objetivo do presente trabalho é investigar a postura do Supremo Tribunal Federal (STF) nos casos em que são discutidas mudanças climáticas, por meio de uma pesquisa jurisprudencial, a fim de examinar se há predominância de ativismo judicial ou autocontenção por parte da Corte. Foram empregados recortes temporais, temáticos e processuais, pelos quais foram selecionados seis acórdãos: ADC 42, ADO 59 e ADPFs 651, 708, 760 e 743. Tais decisões foram resumidas, com foco nos argumentos e trechos que exprimem posturas ativistas ou contidas, e classificadas. Dessa forma, buscou-se interpretar a atuação do STF à luz do constitucionalismo transformador, de modo a refletir sobre a recorrência ao Poder Judiciário para reivindicar as mudanças sociais e políticas prometidas pela Constituição, incluindo o fenômeno recente da litigância climática. Nesse contexto, a tensão entre o protagonismo judicial e o respeito às competências dos Poderes Executivo e Legislativo permearam o trabalho. Por fim, foram propostos questionamentos sobre a legitimidade democrática e a eficiência prática da centralidade judicial no enfrentamento das alterações climáticas, entre outros pontos. |