Public Choice: um estudo para o caso brasileiro
Ano de defesa: | 2021 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado
Centro Universitário Álvares Penteado Brasil FECAP PPG1 |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://tede.fecap.br:8080/handle/123456789/889 |
Resumo: | Nas democracias modernas, o líder do executivo é também o maior gestor de recursos do país. Mesmo tendo algumas amarras legislativas pairando sob boa parte dos recursos à disposição, o presidente possui poder de decisão sobre um montante muito grande de recursos e no modo como eles serão gastos e principalmente distribuídos dentro do país. De acordo com a teoria econômica clássica, a forma como ele distribui estes recursos entre as regiões deveria seguir uma linha racional, buscando sempre maximizar o bem estar da sociedade. Porém, isso nem sempre acontece, já que os pesquisadores da teoria da escolha pública (Public Choice) defendem que o gestor dos recursos utiliza os repasses como instrumento político, a fim de maximizar suas chances de reeleição, seguindo um racional que busca angariar o maior número de votos possível para si próprio e para membros de seu partido nas eleições subsequentes. Este trabalho pretende testar se de fato o componente político é importante para a definição das transferências, analisando os repasses feitos da União para os estados no Brasil no período de 1999 a 2017. São testados fatores como o partido ou coalizão dos governadores e deputados federais do estado em relação ao partido do presidente, e se o estado possui maioria eleitoral favorável ao presidente. A metodologia consiste em um modelo de dados em painel de efeitos aleatórios, e os resultados mostram evidências de que o componente político pode ser relevante na definição das transferências, sobretudo se o Governador for do mesmo partido do Presidente da República. |