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Efeito da embalagem na conservação da avelã

Detalhes bibliográficos
Autor(a) principal: Correia, Paula
Data de Publicação: 2019
Outros Autores: Filipe, Ana Margarida, Ramalhosa, Elsa, Guiné, Raquel
Idioma: por
Título da fonte: Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP)
Texto Completo: http://hdl.handle.net/10400.19/5790
Resumo: As condições de armazenagem da avelã são muito importantes para manter as suas qualidades nutricionais e organoléticas. Pretendeu-se avaliar o efeito da embalagem a vácuo e em sacos de ráfia nas características físico-químicas de avelãs, tanto nos frutos com casca como sem casca (miolo). Estas amostras foram armazenadas nas mesmas condições numa garagem, durante um ano, realizando-se a medição da humidade relativa e temperatura. Foram avaliadas as seguintes propriedades: humidade, atividade da água (aw), cor e estabilidade oxidativa da gordura, tanto na amostra inicial, como após 6 meses e 12 meses de armazenagem. Dos resultados observou-se que a temperatura e a humidade relativa média durante o período de armazenagem foram de 16,8ºC e 65,2% respetivamente. Verificou-se uma diminuição no valor da atividade da água e do teor de humidade nos primeiros meses de armazenagem, sendo de 0,76 e 8,1% respetivamente. A aw nos 6 meses variou entre 0,61 e 0,65, aumentado até aos 12 meses, sendo este aumento mais acentuado para as amostras com casca armazenadas a vácuo e para as amostras sem casca embaladas em ráfia. A humidade também diminuiu durante o período de conservação, os frutos inicialmente apresentavam um valor de 8,1% e o valor mínimo foi obtido para o miolo dos frutos se casca (4,7%). A humidade ao longo do armazenamento não apresentou grandes variações dos 6 para os 12 meses para todas as amostras. No que respeita à cor, de um modo geral, não houve variações significativas nas coordenadas L*, a* e b ao longo do armazenamento. A estabilidade da gordura diminuiu ao longo do tempo de armazenagem, registando-se uma diminuição mais acentuada dos 6 para os 12 meses, sendo as avelãs com casca embaladas a vácuo aquelas que apresentaram maior estabilidade oxidativa. Deste estudo pode concluir-se que as a embalagem e a duração do período de armazenagem influenciam as várias amostras, com maior incidência na atividade da água e na estabilidade oxidativa da gordura das avelãs.
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