Presença do fantástico em Coraline: um estudo intermidiático

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Cavalheiro, Matheus Gustavo lattes
Orientador(a): Almeida, Rogério Caetano de lattes
Banca de defesa: Tavares, Enéias Farias lattes, Donada, Jaqueline Bohn lattes, Almeida, Rogério Caetano de lattes
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Curitiba
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagens
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/5088
Resumo: Coraline (2012) é uma narrativa que foi adaptada às mais diversas mídias. Alguns autores como Poe (2010) e Arlindo Machado (2008), ao definir mídia e comentar o papel da arte sobre ela abrem espaço para discussões que envolvem a produção narrativa em um universo que já não é mais composto de meios de comunicação separados, mas sim convergentes. Ao utilizarmos os estudos de Claus Clüver (2006) e Irina Rajewsky (2012) sobre a arte na intermidialidade e as adaptações conforme Robert Stam (2006) e Linda Hutcheon (2006), conseguimos compreender melhor o funcionamento do que, originalmente chamado de gênero por Todorov (2014), foi debatido e hoje é conhecido como modo narrativo fantástico em um universo plurimidiático como o de Coraline. Partindo da teoria de Freud (2017) sobre O Inquietante e dos procedimentos narrativos e sistemas temáticos do fantástico propostos por Remo Ceserani (2006), analisamos nesse trabalho as diferenças representacionais desses aspectos em três diferentes linguagens: nas imagens dos paratextos, no romance e na animação.