Presença do fantástico em Coraline: um estudo intermidiático
Ano de defesa: | 2019 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | , , |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Curitiba |
Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagens
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: | |
Área do conhecimento CNPq: | |
Link de acesso: | http://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/5088 |
Resumo: | Coraline (2012) é uma narrativa que foi adaptada às mais diversas mídias. Alguns autores como Poe (2010) e Arlindo Machado (2008), ao definir mídia e comentar o papel da arte sobre ela abrem espaço para discussões que envolvem a produção narrativa em um universo que já não é mais composto de meios de comunicação separados, mas sim convergentes. Ao utilizarmos os estudos de Claus Clüver (2006) e Irina Rajewsky (2012) sobre a arte na intermidialidade e as adaptações conforme Robert Stam (2006) e Linda Hutcheon (2006), conseguimos compreender melhor o funcionamento do que, originalmente chamado de gênero por Todorov (2014), foi debatido e hoje é conhecido como modo narrativo fantástico em um universo plurimidiático como o de Coraline. Partindo da teoria de Freud (2017) sobre O Inquietante e dos procedimentos narrativos e sistemas temáticos do fantástico propostos por Remo Ceserani (2006), analisamos nesse trabalho as diferenças representacionais desses aspectos em três diferentes linguagens: nas imagens dos paratextos, no romance e na animação. |