O horror não está no horror: cinema de gênero, anos Lula e luta de classes no Brasil

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2016
Autor(a) principal: Doria, Kim Wilheim
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27161/tde-09032017-104856/
Resumo: Este trabalho se propõe a interpretar o diálogo travado por obras do cinema brasileiro contemporâneo com o repertório do cinema de gênero. A partir de questões suscitadas pela análise fílmica de obras como O invasor (Beto Brant, 2002) e Trabalhar cansa (Juliana Rojas e Marco Dutra, 2011), procura-se refletir sobre o discurso totalizador operado formalmente no cinema contemporâneo de ficção, os valores canônicos de nossa tradição crítica e sua relação com os gêneros cinematográficos e sobre a dinâmica sociopolítica na história recente do país.