Estudo comparativo do índice de sobrevivência de implantes dentários instalados em maxila parcialmente reconstruídas ou não com enxerto ósseo autógeno mandibular

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2010
Autor(a) principal: Rocha, Julierme Ferreira
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/25/25149/tde-01062011-150419/
Resumo: A reconstrução do rebordo atrófico da maxila pode ser feita por diversos materiais e técnicas. A utilização do enxerto ósseo em bloco retirado da sinfise ou do ramo mandibular tem sido empregado devido a qualidade óssea, reduzida morbidade e fácil acesso, sendo indicado na reconstrução dos defeitos localizados dos maxilares atróficos. O objetivo deste estudo foi determinar e comparar o índice de sobrevivência de implantes dentários instalados no remanescente osseo da maxila ou em áreas da maxila parcialmente reconstruídas utilizando-se enxerto ósseo em bloco retirado da sinfise ou ramo mandibular. Foram avaliados os prontuários de 731 pacientes atendidos entre agosto de 1999 a marco de 2009, sendo a amostra constituída por 255 pacientes. Dessa amostra, foram instalados 461 implantes dentários no tecido ósseo remanescente da maxila, 100 implantes dentários em áreas da maxila parcialmente reconstruídas com enxerto em bloco da sinfise (39 sitios) e 52 implantesdentarios em áreas da maxila parcialmente reconstruídas com enxerto em bloco do ramo mandibular (33 sitios). O índice de sobrevivência dos implantes dentários foram, respectivamente, 95%, 94% e 96% não havendo diferença estatisticamente significante (p>0,05) entre os grupos avaliados. Os procedimentos reconstrutívos da maxila, por meio do enxerto ósseo em bloco retirado da sinfise ou do ramo mandibular, não se constituem fator isolado relacionado a falha do tratamento com implantes dentários.