Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
1999 |
Autor(a) principal: |
Pedroso, Cintia Badaró |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/18/18139/tde-06062024-163004/
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Resumo: |
A toxicidade de amostras brutas e tratadas de água de produção foi determinada através do uso de testes crônicos de curta duração, fecundação e embrio-larval, com os ouriços Lytechinus variegatus e Arbacia punctulata. Os testes com M. juniae,V.fisheri e embrio-larval com L. variegatus são recomendados para o monitoramento da água de produção. A água de produção bruta apresentou salinidade elevada, altos teores de amônia, óleos e graxas, sulfetos e bário, pH variável e baixos teores de oxigênio dissolvido. Análise de metais mostram alterações de íons cálcio, estrôncio, magnésio e potássio. Os tratamentos foram oxidação química de sulfetos e fenóis com peróxido de hidrogênio e flotação, para redução de óleos. A ação do peróxido resultou na redução de sulfetos e fenóis, mas não diminuiu a toxicidade. O tratamento completo, flotação seguida de oxidação química, reduziu a toxicidade. A identificação da toxicidade de amostras fracionadas por: aeração, filtração, adições de EDTA e tiossulfato de sódio, Ulva sp e coluna de C18 indicou C18, Ulva sp, filtração e EDTA como os procedimentos mais eficientes na redução da toxicidade. Esses resultados sugerem a presença de quatro classes de contaminantes associados à toxicidade final: orgânicos não polares, amônia, material particulado e metais |