Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2011 |
Autor(a) principal: |
Aprilli, Rodrigo Ribeiro |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17137/tde-06022024-150442/
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Resumo: |
A radioterapia (RAD) em tumores pélvicos, frequentemente, causa lesões actínicas tardias em órgãos vizinhos. A oxigenoterapia hiperbárica (OHB) tem sido usada como alternativa terapêutica dessas lesões. O objetivo do presente estudo é testar um modelo experimental de lesões actínicas no intestino distal de ratos e o possível efeito protetor da OHB nas lesões radioinduzidas, quando aplicada concomitante com a radiação ionizante. Foram utilizados 24 ratos (Wistar), divididos em quatro grupos de seis animais: G1, grupo controle; G2, animais irradiados com dose total de 42 Gy; G3, animais irradiados com 42 Gy e que receberam oxigenação hiperbárica a 2 ATA, durante 90 min; G4, animais submetidos à oxigenação hiperbárica a 2 ATA durante 90 min. Os animais foram avaliados clinicamente durante 28 dias após o término do tratamento e, em seguida, foram submetidos à eutanásia. O intestino distal de cada animal foi ressecado para avaliação macro e microscópica e para estudo imunohistoquímico. Os dados obtidos foram avaliados com o programa GraphPad Prism5, aplicado teste não paramétrico ANOVA one way e pós teste de Tukey, para um valor de p < 0,05. Resultados: os animais do grupo G3, perderam peso durante o tratamento; todos os animais do grupo G2 apresentaram lesões mucosas macroscópicas após 28 dias; os animais dos outros três grupos não apresentaram lesões macroscópicas. Lesões mucosas microscópicas foram observadas nos espécimes dos animais tratados com radiação ionizante; nos animais que receberam apenas oxigenação hiperbárica e nos que receberam oxigenação hiperbárica e radiação ionizante, as lesões foram menos intensas. Pela avaliação imunohistoquímica observou-se que os espécimes retirados dos animais do grupo G3, o número de células marcadas com CD34+ foi maior. Conclusão: o modelo experimental mostrou-se útil para causar lesões radioinduzidas, e a oxigenação hiperbárica aplicada concomitante com a radiação ionizante é capaz de reduzir as lesões actínicas tardias. |