Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2023 |
Autor(a) principal: |
Minakawa, Marize |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/12/12139/tde-23012024-203439/
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Resumo: |
A presença de mulheres em posições de alto nível hierárquico de empresas tornou-se uma questão de destaque nos últimos anos, e vários estudos investigaram sua influência no desempenho e risco das empresas. A presente pesquisa analisou a existência de impactos da gestão de mulheres no desempenho financeiro e no risco de falência de firmas. As contribuições à atual literatura são: (i) consideração de uma ampla amostra de empresas de diversas nacionalidades; (ii) investigação da influência da dimensão cultural dos países; (iii) avaliação empírica de duas vertentes teóricas complementares; (iv) e tratamento robusto de potenciais problemas de endogeneidade nas abordagens econométricas. Para atingir o objetivo de pesquisa, explorou-se, em termos teóricos: a Teoria de Masculinidades, associada à Síndrome de Queen Bee; e a concepção de diferenças comportamentais entre sexos, associada à Teoria da Massa Crítica. No que concerne à metodologia, foram adotados modelos de regressão para dados em painel. Com uma amostra de dados composta por 918 companhias que constituíram importantes índices de bolsas de valores de um total de 20 nacionalidades distintas durante o período de 2010 a 2022, concluiu-se que, à medida que a participação das mulheres se eleva, o desempenho das empresas, medido por métricas de valor de mercado, aumenta, e o risco de falência reduz. Além disso, observou-se que, em culturas com um menor nível de equidade de gênero, a associação positiva (negativa) entre diversidade de gênero e rentabilidade (risco) é mais relevante; e, em períodos de recessão econômica, a diversidade de gênero está significativamente associada a um menor risco de falência e um maior desempenho financeiro das firmas. |