A balança comercial do agronegócio brasileiro no período de 1997 a 2017: uma proposta de revisão

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: Goffredo, Ana Maria Marvulle
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11132/tde-04102018-153040/
Resumo: A expressão agronegócio (agribusiness) originou-se na Universidade de Harvard na School of Business Administration, em 1957, com a publicação do livro A Concept of Agribusiness, de John Davis e Ray Goldberg. A ideia do agronegócio resulta em uma cadeia produtiva, com vários elos bastante interdependentes, das fases de produção até a comercialização do produto final O Brasil é visto por especialistas como um potencial fornecedor de alimentos global. E assim, a manutenção e o crescimento da participação produtiva do setor agrícola e pecuário nacional dependem de questões relacionadas à tecnologia. A problemática do trabalho envolve questões da diferenciação entre agropecuária e agronegócio. As fontes de referências de dados trazem informações, mas não englobam atividades da pré-produção, por isso, procurou-se responder: Não seria mais apropriado acrescentar a esta balança comercial os setores para trás, já que se trata como agronegócio? O objetivo é analisar por outra perspectiva os dados da balança comercial do agronegócio, propondo a adição de insumos intrínsecos aos produtos agropecuários, sob a ótica das intensidades tecnológicas, analisando seu comportamento no período de 1997 a 2017, permitindo assim, discorrer sobre o desempenho dos principais grupos de produtos da pauta de exportação e importação desse setor que serve de alicerce para a economia brasileira. Os resultados apontaram para fez diferença em termos de contribuição para a balança comercial do agronegócio a inclusão dos grupos de produtos peixes e crustáceos; produtos farmacêuticos; adubos (fertilizantes); e tratores na nova proposta a contribuição para a balança comercial total é menor. Ademais, os dados mostraram que o país tem dependência externa das vacinas e dos adubos e que esses produtos são de alta e média-alta intensidade tecnológica.