Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2014 |
Autor(a) principal: |
Xavier, Gabriela Salim |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/59/59137/tde-20052014-090852/
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Resumo: |
Esse trabalho teve como objetivo principal avaliar a estimação da imagem corporal por meio de dois métodos diferentes, entre mulheres eutróficas e com excesso de peso. A amostra foi composta por 80 mulheres adultas, com idades entre 20 e 50 anos, sendo que 40 delas pertenciam ao grupo Eutrofia e 40, ao grupo Excesso de Peso, de acordo com a classificação do IMC. As participantes foram recrutadas nas dependências do Campus de Ribeirão Preto da USP, sendo que as mulheres com sobrepeso e obesidade estavam inscritas no Programa de Reeducação Alimentar da USP (PRAUSP). Para avaliação perceptiva da imagem corporal foram utilizados dois instrumentos: o programa Body Size Distortion, a partir do método Adaptive Probit Estimation (APE), e a Escala de Figuras de Silhuetas para adultos brasileiros (EFS). Foram coletados também dados sociodemográficos e aplicados instrumentos para mensuração da insatisfação com a imagem corporal, EFS, e sintomas depressivos, BDI. A coleta de dados foi feita em uma sala do Laboratório de Nutrição e Comportamento, na FFCLRP mediante aprovação do projeto pelo Comitê de Ética em Pesquisa desta instituição. Os resultados demonstraram que o IMC, sozinho, não prediz diferenças na acurácia da estimação entre os dois grupos amostrais, para ambas as metodologias utilizadas. A insatisfação foi apontada como importante variável interveniente, sendo mais preponderante do que o IMC na mediação dos valores de estimação, quando avaliada pela EFS. Apesar da correlação entre os valores dos dois instrumentos não evidenciar associação significativa, observa-se que as duas medidas estabeleceram, algumas vezes, associações com as mesmas variáveis. No entanto, apesar da maior sensibilidade do método APE, fornecendo valores de medida em frações decimais, a EFS foi associada com as variáveis do estudo em maior frequência e significância, confirmando sua validade. Em relação ao APE, foram também verificadas associações entre o componente sensorial (LD) e não sensorial (PIS), sobretudo no grupo excesso de peso. |