Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2008 |
Autor(a) principal: |
Loyola, Olga Aparecida do Nascimento |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48134/tde-26012009-171841/
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Resumo: |
Trata-se de pesquisa teórica, de caráter filosófico-educacional, que examina as possibilidades do ensino filosófico no curso superior. Para tanto considera as condições e limites históricos de um dos locais privilegiados em que esta prática se efetivaria: a universidade. Analisa alguns elementos do processo curricular subjacentes à opção pela inclusão da disciplina Filosofia na universidade. Verifica a identidade e o sentido desse ensino, suas limitações teóricas, históricas e metodológicas. Reflete sobre o tripé formação/transformação/subjetivação, referidos em diferentes graus quando se trata de justificar o ensino da filosofia. Com base em ferramentas conceituais fornecidas principalmente por Friedrich Nietzsche, Michel Foucault e Gilles Deleuze, examina até que ponto a instrumentalização do conhecimento e do saber filosófico tem afastado a possibilidade da construção de um pensar e agir criativos. Examina como a constituição prática de formas de subjetivação massificadas desvia-se ou dificulta a realização de outras possibilidades como as de desnaturalizar as evidências, promover uma crítica do presente, criar conceitos, e construir a autonomia necessária para o surgimento de outras formas de subjetividades, como criação política, ética e estética. |