Crescimento econômico, uso dos recursos naturais e degradação ambiental: uma aplicação do modelo EKC no Brasil.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2004
Autor(a) principal: Kamogawa, Luiz Fernando Ohara
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11132/tde-24032004-145623/
Resumo: O ser humano, já nas primeiras civilizações, tem como objetivo principal na vida prosperar e possuir uma quantidade cada vez maior de riqueza e de bens. A cultura do acúmulo de riqueza e de um consumo cada vez maior de bens e serviços faz parte então dos costumes de qualquer sociedade e economia no mundo. O crescimento econômico é, desta forma, objetivo para qualquer economia ao redor do mundo e logicamente do Brasil. Atualmente conceituado com um aumento da produção, este crescimento econômico gera uma série de impactos negativos (degradação) sobre os recursos naturais e ambientais. No longo prazo, estes impactos negativos podem estar levando a uma deterioração irreversível das reservas destes recursos, prejudicando desta forma o desempenho e a prosperidade das economias. O estudo do nível de degradação dos recursos naturais e ambientais e sua relação com o nível de crescimento econômico de uma nação é, desta forma, de grande importância pelos aspectos apresentados. O objetivo do nosso trabalho é, desta forma, exatamente este, estudar a relação entre o crescimento econômico (conceituado como um aumento do nível de renda) e o nível de degradação dos recursos naturais e ambientais, às luzes do modelo EKC (Environmental Kuznest Curve), aplicado ao Brasil. Como a degradação dos recursos naturais e ambientais é multidimensional, necessitando assim uma série de indicadores, e devido a disponibilidade de dados, foram utilizados dois tipos de indicadores: de qualidade de água e de consumo de energia.