Resumo: |
Este trabalho se concentra em pensar a reescrita musical enquanto um campo complexo que permite potencializar, positivamente, não somente as pesquisas e práticas em composição e análise musicais mas, também a performance e a pedagogia da performance musical enquanto campos que podem coexistir refletindo em uma vertente de musicalidade na qual busquei chamar de musicalidade de invenção. Partimos das noções de mimesis em Aristóteles; atualidade e virtualidade em Deleuze, transcriação em Haroldo de Campos e reescrita em Silvio Ferraz, para cercar a ideia de uma musicalidade permeada pela recriação. Reescrita - musicalidade de invenção, foi escrito a partir de reflexões e diálogos nos âmbitos terminológicos, tipológicos, conceituais e artísticos os quais acredito participarem da noção de reescrita musical na atualidade e que, nesse momento, fazem parte de meus processos artísticos. |
---|