Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2021 |
Autor(a) principal: |
Freitas, Bruno Toledo |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/59/59138/tde-13022021-174408/
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Resumo: |
Introdução - Após validação de métodos analíticos, estudos de concentração plasmática de etanol ao longo do tempo e ancestralidade genética, foi avaliada a capacidade de dirigir um veículo em um circuito fechado após consumo de bebida alcoólica concomitante com o uso de celular. Objetivo - Conhecer a influência do desvio de atenção causada após o consumo de etanol quando associado ao uso do telefone celular enquanto dirige e empregar análises genéticas para tentar classificar o tipo de metabolismo de diversos indivíduos. Método - Realizar quantificação de etanol por métodos cromatográficos em amostras fluido oral e sangue, e em ar exalado utilizando o \"Teste do Bafômetro\" em grupo de 15 voluntários com material genético já sequenciado e avaliar a capacidade psicomotora após ingestão de doses de vodca proporcional ao peso corporal. Resultado - O método analítico validado foi capaz de realizar as quantificações de etanol tanto no fluido oral quanto no sangue, os gráficos de concentração plasmáticas ao longo do tempo foram utilizados como base para definir os intervalos ideais de coletas de 30 e 60 minutos após ingestão de bebida alcoólica. A embriaguez afetou o desempenho dos voluntários ao volante evidenciada pelas análises estatísticas principalmente como velocidade, tempo de percurso e distância de frenagem. Conclusão - O uso do celular ao volante durante a embriaguez contribuir fortemente para que surjam situações com potencial de gerar acidentes de trânsito como oscilações de velocidade, acelerações ou frenagens bruscas, além de reduzir ainda mais a capacidade de atenção dos motoristas. |