Redes de correlações e fatores de risco: utilizando redes para compor portfolios

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Cardoso, Gerson Nassor
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/100/100132/tde-05012022-210331/
Resumo: Aplicação de Sistemas Complexos em Economia vem tomando cada vez mais espaço, especialmente no que se trata modelagem de redes aplicadas a Economia e Mercado Financeiro. O modelo seminal de Mantegna (1999) filtra redes de correlações de retornos de ações em árvores de custo mínimo, é capaz de dissecar a estrutura do mercado e apresentar de formar intuitiva os principais ativos. Tal modelagem é utilizada para a analisar risco sistêmico e identificar grupos. Porém não está suficientemente claro como utilizar as redes para compor portfolios de investimentos e nem se essa tem poder de explicar retornos. Dessa forma esse trabalho utilizou o tradicional modelo multifatores para identificar variáveis que e são capazes de explicar retornos, no nosso caso as medidas de centralidade dos ativos. Construímos o modelo sugerindo estratégias de investimentos baseadas na rede de correlação e mostramos que as principais centralidades (intermediação, proximidade, grau e autovalor) são capazes de explicar retornos. A estratégia de investimento proposta no modelo foi comprar ações centrais, com os maiores valores de centralidade e vender as periféricas. Por fim avaliamos as carteiras utilizando índice de Sharpe e constatamos que a estratégia de comprar ações centrais e periféricas, diversificando a carteira, supera aquela inicialmente proposta, já que as ações periféricas são as negativamente correlacionadas com as mais centrais.