Pluralidade e unidade: uma análise dos processos composicionais no Balé Agon, de Igor Stravinsky

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2012
Autor(a) principal: Votta, Roberto
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27158/tde-07032013-095102/
Resumo: O balé Agon é considerado o ápice da produção conjunta entre Stravinsky e o coreógrafo russo George Balanchine, e sua concepção foi repleta de descontinuidades. As ideias iniciais que motivaram a composição do balé datam de 1948, entretanto, Stravinsky começou a esboçar os primeiros rascunhos somente no final de 1953 e concluiu a obra, após algumas interrupções, em meados de 1957. Durante os anos de criação do balé, Stravinsky operou mudanças significativas em seu processo composicional, alguns movimentos remetem ao diatonismo de seu período neoclássico, enquanto outros são construídos a partir de elaborações seriais, desenvolvidas pelo compositor após o início da década de 1950. Este trabalho expõe os diferentes aspectos envolvidos na concepção do balé e, através da análise dos processos composicionais presentes na obra, busca determinar pontos de conexão em meio às referências díspares estabelecidas no diálogo entre música e dança.